Não sou ninguém. Porque perguntas?
Não sei o porque da curiosidade. Mas pareces-me estar só.
E estou, de nada sirvo, para nada presto….
Porque não te matas?
Falta-me a perca da esperança total.
Toma uma arma… Não terás mais esperança que não o seu chumbo frio a violar-te a mente.