Quem vem do cemitério pela rua do antigo teatro,
chegando ao largo onde estão as ruínas da igreja dos jesuítas,
vira à direita,
para a rua da estação do caminho de ferro, e segue sempre em frente,
acompanhando a linha do comboio, até chegar a um barracão
a que chamam museu
e onde guardam as velhas locomotivas a vapor
e as ferrugentas carruagens de bancos de madeira.
Aí, mete pela rua onde não passam carros até chegar a um quiosque,
daqueles redondos,
frente ao qual, do lado esquerdo da rua,
existe um cafezinho com esplanada onde
ainda servem café de saco.
Entra pelo café e sai pela outra porta,
que dá para a rua do jardim.
Contorna depois o lago dos cisnes,
em direcção ao cruzamento com semáforos,
e mete pela avenida do cinema, no sentido
do novo bairro administrativo,
até chegar a um arranha-céus acabado de construir.
Aí, vira à direita para a rua que passa pelas piscinas
recentemente inauguradas e,
chegando ao centro comercial em construcção,
aquele que dizem vir a ser o maior da Europa,
com não-sei-quantas lojas e não-sei-quantos andares,
enfia pela rua
que ladeia os terrenos destinados ao futuro complexo desportivo
no fim da qual encontra a...
maternidade... maternidade...
O tempo não espera por mim!
O tempo não espera por mim!
O tempo não espera por mim!
O tempo não espera por mim!
ja me tinhas falado desta letra...tem 1 conteúdo estranho, no final de tudo a "maternidade"!? deve soar bem..:))
Posted by: sunamun at abril 21, 2004 07:25 PM