O silencio…
O silencio que me ribomba nos sentidos,
Esmagando-me,
Violando-me…
Estaco no fim do Tempo,
Observando através de olhos vazios
A imensidão que se confunde com o Vazio,
Que se matiza para lá da essência,
Como um grito que rasga o silencio e se apaga sem um eco…
Pende-me a mão,
Num gesto desesperado de agarrar o Vento,
De beijar o Infinito,
De rasgar o luto e as lágrimas,
De sentir a Dor,
De ouvir o coração,
Da confusão dos carros que passam,
Do grito que já apaguei…
Mas…
Apenas o ser de não ser…
Um poema numa certa linha amaliana ! Viu como a imagem de inicio não "bate certo"?(Adorei!)
Posted by: valeria at junho 4, 2004 02:39 PMEu confesso que andei bastante tempo a procura duma imagem para colocar neste poemas, eu sei que tinha uma imagem que estava 100% adequada neste poema, uma mão planando sobre o Universo, sobre o Infinito... Mas infelizmente perdi tds as minhas imagens (5 mil) e não consegui encontrar essa imagem, nem nenhuma semelhante :(
Please.... enviem-me imagens para insolitudewecry@sapo.pt :) não quero ficar já com outras 5 mil, mas umas 500 até ao fim do mês era bem bom lol