Somos todos restos de cometas perdidos num turbilhão de Dor e Solidão….
Anseios de um ventre para nos esconder, proteger das lágrimas derramadas, engolidas em sôfregos instintos de podridão ameaçando o grito preso na garganta fétida. Estrelas poeirentas e carnívoras de esquecimentos latentes abandonados na berma de caminhos cruzados que se desenham na imensidão da poeira… Somos todos um enorme vazio que se preenche de Nada… Que se toma por Deus.