Fartei-me de tudo…
Deixei-me cair num abismo, e já sinto o vento a zumbir nos ouvidos com a vertigem da queda. Confundem-se a certo ponto com os meus gritos mudos…
Acho que estou a entrar em depressão, o que é estranho visto ter tudo o que queria, mas o anjo enviado para me salvar, não consegue romper a barreira que criei em torno de mim, e deixo-me destruir lentamente. E a destruição parece ainda mais demolidora agora que vejo um porto de abrigo, e me sinto a afastar-me dele. Hoje vou nadar ainda com mais força, hoje vou-me deixar enlevar pelo anjo, fechar os olhos e saltar no abismo… No seu abismo, no seu desconhecido, no medo da queda que ainda tenho firmado na carne e na alma.
Se cair… Eu já estou em queda mesmo sem saltar…
“Look ate me I’m chasing after dreams left in the storm…”
Rob Halford “Silent Scream”
“Yesterdays smile is tomorrows tears”
Novembers Doom “my agony, my ecstasy”
“And in the early morning light
After a silent peaceful night
You took my heart away
I wish you could have stayed”
Anathema “One Last Goodbye”
A unica coisa que mete mais medo que a Morte é a Solidão.
É ela a responsavel por todos os suicidíos. preferimos a Morte á Solidão...
Entro por vezes em delírios mórbidos. Penso na Morte, desejo desaparecer, entrar num vácuo qualquer e perder-me por lá… deixar-me apodrecer num qualquer canto sem ninguém me ver, me sentir, me amar, me odiar, me desprezar, me ver… apenas ter a suave existência de não existir, fumar cigarros e olhar o vazio, ver o fumo azulado diluir-se no ambiente, ter a cabeça vazio de pensamentos, de dores, de sonhos.
Existir como um vegetal, sem ter que pertencer a algo, algo ao qual nunca pertenço, sem desejar algo que nunca desejo, sem sonhar com algo que não sonho… ser apenas. Não sei se quero a Morte, mas a ideia de ser apenas uma pedra no meio de milhentas outras, sem outra identidade que não as letras comidas pelo tempo, me agrada. Já não serei aquele que disse ou fez ou esteve mesmo sem o dizer ou fazer ou estar, seria apenas um nada, um vazio, um espaço que pretende apenas recordar o que foi, e pensa-se em tudo o que fez, sem no fundo saber o que fez. É um nada, é algo que seduz por não ser nada, apenas o que se imagina que foi…
O conforto do vazio, do Nada…
E agora?
Deixo-me apodrecer neste canto?
Ou vou deixar-me enlevar por um anjo?
Só quero desaparecer...
Talvez morrer.

No mar passa de onda em onda repetido
O meu nome fantástico e secreto
Que só os anjos do vento reconhecem
Quando os encontro e perco de repente...
Sophia de Mello Breyner Andresen
Bem… deixo-vos aqui pela primeira vez (e em principio a ultima) uma pequena música da minha autoria, gravada por mim em casa em apenas uma via, como ainda por cima a porcaria das homepages do sapo só dão para alojar 1,5 mega bytes de cada ficheiro tenho que converter a música a uma taxa de conversão de miséria. Ou seja… o som está uma porcaria… mas o que conta é a intenção certo? Ora ouçam lá.
Eu vi Deus, eu vi Deus…
A violar uma puta,
Com sadismo no olhar
E um sorriso nos lábios.
Eu vi Deus, eu vi Deus…
De falo na veia,
Tremendo de dor
Com a falta do produto.
Eu vi deus, eu vi Deus…
De pistola na boca,
Tentando fugir
De todo o desespero…
Eu vi Deus, eu vi Deus…
A olhar para o Sol,
Através duma grade
De ferro ferrugento.
Eu vi Deus, eu vi Deus…
Numa mulher ensanguentada
Lambendo a sua vagina
Pela navalha dilacerada.
Eu vi Deus, eu vi Deus…
A lamber uma pichota
Para comprar heroína
E injectar na veia podre
Eu vi Deus, eu vi Deus…
Convidar uma criança
A entrar no seu carro,
E a roubar-lhe a inocência.
Eu vi Deus, eu vi Deus…
A dormir na rua fria,
A seu lado jazia
Uma garrafa vazia.
Eu vi Deus, eu vi Deus…
A matar uma velha,
E a roubar-lhe a carteira
Pela mísera reforma.
Eu vi deus, eu vi Deus…
A olhar para o mar,
Com lágrimas amargas
De solidão no olhar.
Eu vi deus, eu vi Deus…
Escondido dos olhares
A vender drogas duras,
A abusar do sofrimento..
Eu vi Deus, eu vi Deus…
Pendurado numa arvore,
Oscilando ao sabor
Do vento indiferente.
Eu vi Deus, eu vi Deus…
E cuspi-lhe na cara.
Por ele nos fazer,
À sua imagem…
Perco-me por vezes em recordações do passado…
Deixo-me ficar a olhar o fumo do cigarro a esvair-se na atmosfera, pensativo, contemplando o vazio, relembrando sorrisos de que sinto a falta, gargalhadas partilhadas, memórias duma vida que sinto vazia e cada vez mais. Nunca me entreguei a ninguém, nunca me dei a ninguém, mas houve duas excepções, ambas estão longe de mim, ambas estão inacessíveis, ambas me abandonaram fruto ora do destino ora de complicações irreais de tão estúpidas que são. Por vezes penso como estaria eu caso ainda tivesse essas pessoas a meu lado, provavelmente estava na universidade, provavelmente nunca teria conhecido uma delas, provavelmente estaria ainda como estava a três anos, a viver do fingir de estudar, perdendo-me em delírios só meus, provavelmente nunca poderia ter juntado essas duas pessoas. Mas penso como seria… e sinto que poderia ter sido bem feliz, partilhar a minha vida com quem eu mais amava, sem sentir nenhum vazio, apenas o meu que lentamente aceitei e com o qual convivo bem (talvez até já nem consiga viver sem ele, porque sem ele não seria eu). Mas.. Não tenho ninguém a quem amo.
Gosto de muita gente, gosto de toda a gente, alias, uns mais outros menos, uns entrego-me mais, outros menos, mas ninguém tem a minha alma. A quem a entreguei fugiu de mim, porque teve que ser ou porque não a compreendeu, ou não acreditou nela (ainda estou para perceber como podem pensar que a fingi). E encontro-me neste momento num período curioso da minha vida: estou só, completamente só, ninguém me tem, não tenho ninguém a meu lado, ninguém a quem entregar a minha vida e a minha alma, mas estou tão bem como nunca estive, como se este “esconder” de minha alma a fizesse ser apenas minha, e a tivesse que enfrentar sozinho, e aprendi a enfrentar, compreendo-a aceito-a e gosto dela, coisa que nunca fiz, e isso levou a que os outros me aceitassem também, amam-me, gostam de mim, ainda esta semana apenas tive duas pessoas que me disseram aquilo que queria que as duas pessoas que fugiram de mim dissessem, que estão loucamente apaixonadas por mim uma, e a outra disse-me que eu era de longe o melhor amigo que teve na vida, ate acrescentou que estava bêbado e um bêbado nunca mente. Gosto delas, mesmo muito, mas hoje dei por mim a pensar que ninguém substitui os meus anjos amados, um deles é impossível, e já o aceitei a muito, qualquer palavra dita com álcool ou sem álcool, bate num muro impenetrável. A outra… a outra é possível, e desejo ardentemente que o consiga, mas em dois dias de loucura e quase que paixão ardente, não sou capaz de me abstrair de comparações, e os outros dois dias… continuam a fazer-me sentir pulsões e desejos muito mais intensos.
Como é possível que uma memória seja mais poderosa que um toque de pele ainda quente?

Sentei-me numa nuvem,
Repousei a cabeça no regaço de um anjo,
E fiquei ali embalado pelo tempo,
Com dedos de cetim nos cabelos,
E carícias quentes e húmidas na face…
Senti-me levitar,
Fechei os olhos e um jardim de cores
Dilui-se enquanto eu sonhava de sorriso nos lábios…
Apodrece em mim,
Faz-me sentir o frio corroer-me os ossos,
Percorrer vazios imensos de negridão e frio,
Repousar nos teus braços…
Sorrir…
Não sei porque sofremos por amor. Sei que sofri muito por amar e não ser correspondido, e já sofri bastante mais por o ter sido e o ter perdido…
Achava que nunca ninguém poderia alcançar o meu coração novamente, que estaria fechado para todo o sempre na perfeição de um sonho, que nunca acordaria para a realidade porque a realidade é sempre diferente de um sonho. Mas hoje olhei a lua, estava prateada e derramava a sua luz pelos nossos corpos sentados num muro. Não existiam as luzes da rua, nem os carros que passavam. Apenas cigarros fumados no meio de dois dedos de conversa, almas entregues à descoberta de outras almas.
Existem belezas escondidas na carne de seres humanos disfarçados de cidadãos, existem anjos no meio de nós, capazes de rasgar trevas não com sabres de luz mas apenas com um riso contagiante, ou apenas um sorriso de lábios hipnotizadores. Espantei os demónios, deixei-me abraçar pelo anjo, e fui enlevado em sonhos há muito saudosos.
Existe vida depois da morte, mas agora sei que também existe a morte no auge da vida.
Estou preparado…
"O Amor é sempre igual, é sempre do teu coração. Apenas o objecto desse Amor muda..."
Paulo Coelho (citação livre, feita de memória, qualquer incorrecção é normal)
"A verdadeira vida é muitas vezes aquela que não se vive."
Oscar Wilde

perdi-me num sonho, acordei num pesadelo... vi o seu nome escrito em letras de sangue na minha alma... MORTE

Ontem tinha combinado ir tomar café com a Mónica hoje as quatro horas, quem me conhece sabe muito bem o problema que tenho com os horários. Geralmente o tempo de espera varia entre a meia hora e as três a quatro horas (sim.. eu exagero mesmo em tudo) mas a Mónica… a Mónica é diferente.
Eram quatro horas em ponto ligou-me ela, acordou-me como é normal, e disse para me despachar, que não estava para ficar a espera senão ia-se embora. Em 16 minutos levantei-me, vesti-me, desenrasquei uma higiene pessoal à pressa, meti-me no carro, fui levantar dinheiro, e estava a dar-lhe um beijinho no café em frente de casa dela. É isto que gosto numa mulher, personalidade, autoritarismo sempre com um sorriso na cara, a força e a inteligência da justiça, o saber o que quer, e… o saber ceder quando é necessário.
Já tive alguns desatinos com ela, principalmente por responsabilidade minha (sempre alias) e nunca lhe pedi desculpa, nunca tentei remediar os insultos e quase agressões verbais e emocionais de que foi vitima, e ela sempre soube mostrar-me que era um merdas, sempre me soube mostrar que errava, e sempre teve a força e a inteligência de me deixar de falar se necessário fosse. Mas em todos esses casos foi superior a mim, e foi ela que me mostrou que o orgulhoso estúpido era eu, e foi ela sempre que fez com que a nossa amizade nunca acabasse.
Eu adoro a Mónica, é das poucas pessoas que admiro a cem por cento, por quem tenho uma amizade que nem eu sei explicar. A miúda é perfeita e o Marco é um sortudo por ter uma mulher assim, coisas assim não existem muito por este mundo.
Deus violará outra virgem,
Na vinda de uma nova morte,
E os anjos violadores
Cobrir-lhe-ão o ventre de sangue
Cuspindo ódio na humanidade,
Gritando vingança pelos mortos
Ansiando o novo calvário
Na pedra cobarde,
Atirada com despezo,
Despedaçando o crânio flamegado de espinhos.
Irá morrer num turbilhão sangrento,
Despedaçando vidas no cruel passar do tornado de seu pai...
Gritos raivosos,
Gritos sangrentos,
Gritos desesperados,
Gritos....
Silênçio...
A morte venceu.
O anjo negro levita sobre os derrotados,
A foice pinga sangue,
As almas voam ao vento,
E a brisa murmura:
«A morte chegou.... nova vida sangrará,
No ventre de mais uma virgem violada»

Acreditam no destino? Eu acredito, sempre acreditei e começo a duvidar do que é o destino…
Ontem sai as 5 do trabalho como de costume, fui beber uma cola no café em frente de minha casa, não vou lá muitas vezes depois do trabalho, mas ontem fui, precisava de desanuviar a cabeça, porque infelizmente ontem meteram-me a trabalhar (sacrilégio… o melhor empregado da fabrica a fazer trabalhos duros só porque o seu trabalho estava completamente orientado ao contrario do resto da empresa). Estava sentado numa das mesas, a olhar desinteressado o leve fluir do fumo do tabaco, ouvindo por detrás de mim o som da televisão, mas a musica não me interessava e perdia-me nos meus pensamentos mais recônditos. Sem eu dar por isso entrou alguém no café e sentou-se na mesa em frente a minha. Confesso que estremeci, era uma loirinha ultra querida com uns olhos azuis enormes, uma pele já um pouco morena, vestia um top azul celeste, e os braços davam vontade de beijar, tinha uns lábios fininhos, mas bem delineados… Era lindíssima!!!
A dado momento os olhos dela cruzaram-se com os meus, ela sorriu (estranho) e eu desviei o olhar envergonhado… Ela pediu o que queria a dona do café (ainda não sei o nome dela) e o som da televisão voltou a reinar. A dona trouxe o pedido que ela tinha feito (uma torrada e um santal, adoro santal, será destino?). Acendi novamente um cigarro (tinha que ser não é?) e pedi um café a dona. Quando a loura acabou o seu lanche abriu a carteira e tirou um cigarro, levantou-se e aproximou-se de mim pedindo-me lume, acendi-lhe o cigarro (nos reinos dos Algarves dizem que só se acende um cigarro ás putas) ela agradeceu, e sentou-se.
As duas começaram a falar (mulheres… não podem estar muito tempo sem falar né?) primeiro sobre o tempo, o calor infernal que se faz sentir, os incêndios… as tretas do costume, apenas não queriam que o espaço estivesse envolto em silêncio e claro… a língua feminina como todos sabem é um órgão autónomo do resto do corpo, nunca descansa e funciona sem ser necessária a interacção com qualquer outro órgão, nem o cérebro, órgão sem o qual a língua masculina é incapaz de funcionar. A dado momento começaram a falar sobre o que a loura achava da vizinhança (pelos vistos está cá a pouco tempo), e confesso que gostei de saber que agora existem vizinhas assim, coisa que nunca aqui houve.
Isto de há uns 3 anos para cá mudou radicalmente, eu ainda sou do tempo de ir roubar castanhas a quinta das nespereiras (hoje é um condomínio fechado de luxo), de ir no verão para o descampado que existia entre a minha casa e o Ricardo Galo onde havia o poço (hoje existem lá dezenas de prédios e nasceram lá duas ruas), de ir para a pista de cross improvisada em frente ao Manuel pereira (hoje tem lá uns 6 prédios e uma rua), de ir para a “casa assombrada” ao fundo da rua (apenas a demoliram quando uma drogado lhe pegou fogo a uns anos, é terra batida apenas), de entrarmos a socapa na fábrica fechada que havia em frente de minha casa (hoje existem lá 3 prédios estando na esquina o tal café onde a historia se passa), e de ficar a olhar da minha janela o Rottweiller do Tovim que assustava as pessoas que passavam ao lado do muro dele (hoje existem lá dois prédios semi-luxuosos) …
Eu sou dos antigos, tirando três anos em que vivi na casa da praia (os dois primeiros, e o ano passado quando a minha casa foi ser remodelada) toda a minha vida foi passada aqui, e de há três anos para cá, tudo mudou, a minha casa é das poucas que sobreviveu e quase que parece o centro onde tudo se move em redor (felizmente, nesta zona é proibido fazer prédios superiores a três andares visto ser a zona histórica, por isso a casa esta ao nível dos prédios em redor).
Pois bem… Continuando...
A dona do café começou a dizer que apesar de não viver ali, algumas pessoas iam lá ao café e que ela ia gostar pois eram todos muito simpáticos, e nisto em tom de brincadeira pergunta-me o nome (ela também não sabia o meu nome) e apresenta-nos. Disse que não conhecia os novos vizinhos, porque raramente ia ao café, e falamos um pouco dos velhos tempos que só eu conhecia (claro, até me senti velho, apesar de ser o mais novo, embora não saiba a idade da loura). Entrou um cliente e a dona foi atende-lo, continuei a falar com a loura: gostei dela e acho que ela gostou de mim, riu-se, senti-me bem e a dado momento começou a passar uma musica na televisão que é simplesmente a minha favorita do momento “The White Stripes - Seven Nation Army” ela disse com uma voz quase que musical (tem uma voz bonita) “grande som!” eu taurino como sou disse que a musica é excelente mas detesto o vídeo, ao que ela respondeu “também eu… é muito disco, não achas?”
Eu disse “Ya…” mas no meu intimo pensei “É claramente disco, é isso que eu digo sempre…” e durante o resto das quase duas horas que estivemos a conversar não deixei nunca de pensar: “Será este o Anjo que espero há cinco meses?”

"Para se ser feliz até certo ponto, tem que se sofrer até ao ponto inverso."
Edgar Allan Poe
Sua fama é a do amante dominador, perigoso e sensual: Olhos que rasgam vestidos, dentes que deslizam pelo pescoço.
Lamia, Drácula, Nosferatu, Lestat: ressuscitado pelas gerações, o vampiro apavora, adere aos novos tempos e fascina. Para muitos é demônio parasita. Para outros, o que conquistou imortalidade após a morte. É o ícone das chagas sem cura, da peste bubônica à Aids, e metáfora dos que drenam energia vital de seus parceiros. Quando todos o têm como morto, o vampirismo renasce das cinzas e testa seu poder sobre o imaginário popular.
Uma nova onda sanguessuga paira no ar. A Rocco acaba de lançar Lasher, de Anne Rice, e providencia a versão brasileira de Memnoch, The Devil. Quentin Tarantino revisita o vampirismo em uma de cinco recentes produções hollywoodianas com o tema. Oráculo, romance de Bram Stoker que em 97 comemora centenário, encabeçou a lista das melhores obras de entretenimento do século, divulgada em fevereiro pela Biblioteca de Nova York e o ator Christopher Lee acaba de lançar uma video-biografia. E Tod Browning, diretor de Oráculo (1931), com Bela Lugosi, é o grande homenageado do Festival de Cinema de San Sebastian, Espanha, entre 19 e 28 de setembro.
No final de 95, duas das pesquisas mais importantes já realizadas sobre o vampirismo foram editadas no Brasil. A Makron trouxe O Livro dos Vampiros – A Enciclopédia dos Mortos-Vivos, de Gordon Melton, um calhamaço de mil páginas em verbetes. E a Mercúrio lançou o clássico de Raymond McNally e Radu Florescu, Em Busca de Oráculo e Outros Vampiros, de 72, com descobertas históricas que influenciaram a ficção contemporânea, de Rice ao Francis Ford Coppola de Oráculo, de Bram Stocker (1992). Em Busca revê fontes de Stocker e a vida de Vlad Tepes, o Empalador (1430/77), príncipe romeno da Wallachia, que perpassava inimigos com estacas e bebia seu sangue.
Lendas datam da antiguidade grega e casos reais como o de Elizabeth Bathory (1560/ 1614), que mergulhava em sangue para manter a juventude, reforçaram o mito. Mas foi o reino da ficção que se apropriou do vampiro étnico das lendas e o aproximou do imaginário urbano.
A aventura literária do vampiro data do romantismo, cenário da individualidade burguesa e da exacerbação das emoções. Há quem leia no poema Die Braut von Korinth (1797), de Goethe, ou em Christabel (1798), de Colerigde, alusões a vampiros. Mas foi John Polidori (1795/ 1821), médico de Lord Byron, o marco da literatura vampiresca moderna. Polidori estava no grupo que em 1816 se hospedou na Villa Diodati, em Genebra, a convite de Byron, que desafiou todos a criarem histórias de fantasmas durante uma tempestade. Dali sairia Frankenstein, de Mary Shelley. A história de Byron falava de dois amigos que vão para a Grécia, onde um deles morre.Ao moribundo, o amigo jurou não revelar sua morte a ninguém. De volta à Inglaterra, ele o reencontra vivo.
Ontem fui ao snoobar, já lá não ia a perto de dois meses ou mais, vi a nova decoração da hot rio (nojenta, jet parolo para atrair os pseudo jets das aldeias em redor), antes de entrar fumei uma jointzinha no paredão da praia a olhar o mar e a sentir aquele ventinho e odor marítimo que tanto adoro (não adoramos todos?) conheci uma miúda que me veio pedir um bafo (já não me lembro do nome dela como é costume... fdx...) e finalmente entrei.
Pedreiros, bifas quentes, mini-saias a rolar pelos corpos suados de danças provocantes (estas gajas andam doidas), gajos de cabelo espetado, camisolas sem mangas para mostrar os pseudo músculos queimados (eu por mim matava-os a todos) e meninos de camisinhas todas bonitinhas no engate das pitas parvas e sorridentes...
Sentei-me numa cadeira na rua, a fumar os meus cigarros intermináveis (por acaso acabaram, mas o Marco tinha acabado de comprar um maço por isso...) uma francesa toda boa veio para o meu lado (de certeza à espera de conversa, visto que era o único que arranhava o francês, mas apesar de me ter despertado desejos há muito reprimidos, não foi o suficiente para me dignar olhar para ela) e fiquei a observar o povo...
As discotecas são um terreno muito interessante, é o mesmo que olhar um documentativo do national geographic mas com musica merdosa de fundo (eu com a minha t-shirt de pantera auto-exclui-me imediatamente daquela merda): os machos tentam impressionar as fêmeas com galanteios e competições entre eles de poder (ou o mais mau, pedreiros a mostrar músculos, ou o mais poderoso, os meninos das camisas) e as fêmeas pavoneiam-se tentando ser mais bonitas que a concorrência e tentando dar mais nas vistas para tentar sacar o macho mais forte e poderoso. Na pista de dança é que tudo se decide, mostra-se as habilidades do corpo, provocasse em movimentos pseudo sensuais, para mostrar ao sexo oposto como é que são na cama (quanto melhor se mexem melhor fodem, é simples e directo).
Eu... Foda-se continuo a auto-excluir-me disto, não me apetece, tornei-me assexual desde há quatro meses (houve uma excepção mas isso foi influencia do LSD e da gaja ser mesmo boa) e continuo sem perceber o porque da necessidade de sexo e curtição que assola toda a gente. O sexo e o beijar é bom não o nego, mas é tão melhor quando usado como complemento de algo superior, nunca encarei isso como um fim, e cada vez mais nem o desejo eu o tenho. Limito-me a olhar e a sonhar com os abraços de que tanto sinto a falta (não é o amor carnal nem o beijar de que sinto mais falta, é mesmo um abraço daqueles, senti-la nos meus braços e achar-me especial por sentir a pele e o calor dela...)
Porque raio não conheço um anjo?
Deixo-vos a letra de uma bela musica de Pantera.
Aconselho vivamente.
Cocaína barata, uma inalação em seco, um comprimido que mata e leva a Dor embora.
Dieta de vida, refúgio sem o ser, a cara que não consegue ver dentro de ti e de mim.
Quando me escondo,
Quando preciso,
deixa-me respirar,
Para aguentar esta vida...
Desta vez não acredito...
Olhas para mim agora?
Consegues ver que sou humano?
Com estas cicatrizes nos pulsos
Que mostram que tentarei de novo.
Tenta morrer novamente,
Tenta viver através desta noite,
tenta morrer novamente...
Sempre estupido, livre e usando, descendo pelo abismo que mata a vontade.
Anjo da mãe, ficando esperto, quão esperto seras para regressar insatisfeito?
É uma pena, mas ninguem tem a culpa...

Não o somos todos?
Pequenos estranhos perdidos num mundo alienigena...
deem-me antes a morte.
a maior incerteza de todas,
e a unica certeza que temos...
ofereçe-se recompensa a quem descubri-la
hehehehe
Morte morte,
Cruel destino de minha sorte,
Surpreende-me inesperadamente nesta noite
E serra-me a mente com a tua foice...
Morte morte,
Sorriso enlevado de solidao,
Leva-me à tua sorte
E desvanece-me em podridão...
esperança num novo dia,
que tarda sempre em chegar.
comentário a um outro blog
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Uma noite calma e silenciosa.
Uma noite tempestuosa na minha mente.
Anseio vida,
Anseio loucura,
Anseio-te a ti!
Mas neste canto desalinhado,
Com gritos mudos na mente inerte,
Observo lânguidamente o sangue correr entre os dedos.
Sinto o seu pulsar,
Sinto a dor de não sentir dor,
Sinto....
Sinto que não sinto,
Sinto enormes vagas de medo
Ribombarem nos ouvidos,
E ouço o silêncio esmagador
Corroer-me os sentidos adormecidos...
Não sou nada!!!!!
Grito ao mundo que não sou nada!!!!
Mas cada vez que grito
Grito que sou humano,
Que sinto dor...
Mas os gritos mudos que me esmagam
São como água que passa no tranquilo ribeiro à beira da estrada.
O carro passa...
E eu aqui choro.
nos dias que correm ja nao existem os miudos a quem os namorados davam uma moedita para ir a correr ter com a pessoa amada dar um recado. Nos filmes antigos ou pelo menos de época, esta personagem traquinas e simpatica era um must...
Hoje em dia isso ja nao existe, os putos foram substituidos pelos télélés, e o que fazer com o tempo livre que eles têm? Charros e cerveja comprado com o dinheiro que roubam aos papás. A culpa é dos telemoveis digo eu. Nos dias de hoje os adolescentes borbulhentos ficam com os olhos pregados nos visores dos bichos e já nao olham para os putos que os admiram dos passeios enquanto bebem a sua cerveja na esplanada, e que fazem os putos enquanto os papás nao lhes dão o telemovel que eles pedincham há meses e meses?Bebem a cerveja e começam a fumar os charros, porque a sua vida sexual está presa por um pequeno pormenor: Não possuem o telemovel para mandar mensagens calientes as garinas que eles curtem, e aquilo que aprendem já nao e através dos recados que dantes iam entregar todos contentes e com um sorriso na cara estafada da corrida, afinal estavam tambem a trabalhar para o seu futuro, a aprender as melhores frases de engate, a ver como é que as gajas caiam e que flores maiores sorrisos conseguiam arrancar. Agora aprendem tudo no canal 18 (ou no sexyhot se o pai for tarado)...
Ok... Agora percebo:
Viva os telemoveis!!!! Pelo menos os putos hoje em dia são mais objectivos.
A tecnologia tem coisas boas afinal...
hehehe
Boas a todos. Derivado aos constantes puxões de orelhas, e contínuas chamadas de atenção, a partir deste momento tentarei ter um maior cuidado com a linguagem. tentarei não cometer tantos erros ortograficos como aqueles que tenho vindo a cometer repetidamente.
peço desculpa pelos atentados a bela lingua portuguesa que tenho vindo a cometer.
sem mais de momento, eu :)
Ora aki esta um site a descubrir, tenho k perder ainda uns tempos com o site k a maria joao me recomendou, visto k pareçe muito interessante.
Obrigado :)
*
um comentario k fizeram deixou-me a pensar... recomendaram-me a escrever sem erros. duh... se dou erros e pq erro, errar e humano, o ser humano e estupido, eu n pretendo nem nc serei mais k os outros, escrevo consuante a loucura me ordena, o vibrar do meu cerebro nesse momento. muito sinceramente... estou-me a cagar para os erros, se vir algum, corrijo, se nao vir, percebem a ideia geral n percebem? isso e k interessa :)
de qualquer dos modos obrigado por deixares o teu comentario, as palavras bruscas sao fruto apenas de ma educaçao natural, se me quiseres insultar tambem sei k viremos a ser grandes amigos lol apareçe sempre
São 3:15 da madrugada. A minha frente um cigarro a arder (lights, roubado da minha mae blarkkk....) garrafas de yogurtes liquidos vazias, uma caneca de leite em cima da torre, isqueiros e lençoes de papel espalhados pela secretaria, headphones a passar um sonzinho (neste moemto esta a passar Soundgarden - black hole sun) sinto-me vazio... interrompi de escrever durante mais de uma hora, e sinto-me vazio. esta calor, estou mole, ligaram-me sei la qts vezes para ir para a loucura e nao me apeteçe... queria o meu anjo fugido a meu lado para vermos as estrelas, mas o meu anjo esta fugido, e sinto que nunca encontrarei nenhum como ela.
Sexo, drogas e rock n' roll... sempre foi o meu sonho, mas agora que tenho isso tudo (fiz o upgrade de rock n'roll para uma maisor ecleticidade sonora, por ex. agora ouço slayer - angel of death) ando a perder tempo com programas de ftp (kem kiser ir sacar qualquer programa clique aqui), servidores ftp e merdas k nao percebo mesmo nada, mas hj sinto-me vazio... nao quero pensar, nao quero prazeres, nao quero nada, entedio-me aqui tentando criar paginas algo k nc fiz, fiz uma introduçao para este weblog se quiserem ver... mas mesmo assim...limito-me a fingir k estou a «trabalhar» para ng ver k nao kero falar com ng (o valter é a excepçao pq ele e mesmo bacano, apesar de se querer passar por mau) queria era escrever a uma pessoa k eu sei mas nao tenho coragem.
fdx... hj penso nela mais k nos outros dias.nao sei se leras isto, mas se leres só quero dizer-te k sinto muito a tua falta, e gostava k pudessemos partilhar os dois o amor k sei k sentes e nao cada um em sua casa a pensar no outro...
fdx... vou é dormir (esta a passar lou reed - walking on the wild side)
bem...
este delirio nao é original, mas acho k todos vós deveriam visitar este site k esta genial. deixo-vos perderem-se no genio de mr. Jorge Palma :)
As mulheres com ar serrado, observando tudo com olhares analiticos, os homens com ar comtemplativo, os gestos frenéticos, a ansia, os calores que fazem o corpo gastar todas as energias, derramadas em suor e vozes ja cansadas de gritos no meio de toda a loucura... O fogo que insiste em tomar conta de tudo e todos, as tentativas de o controlar, mas este calor que enlouqueçe tudo e todos é mais forte...
Sim... Quando chega o verão tudo muda, ganha cor, ganha chama, consume corpos e vida até ao fim da estação, quando finalmente se repousa da loucura da temperatura elevada, dos bafos quentes...
E só agora é que começaram os incêndios florestais...
Fala-se em amigos... Entao lá pq um individuo nao percebe a ponta de um corno de informatica, e por acaso tem conheçimentos de net k possuem esses conheçimentos pretendidos, deveria confiar neles? pois foi.. dei a minha pass e o meu login ao valter, e k fez ele? usou o meu web log para publicitar as suas tendencias sexuais, o seu desespero ( www.heartless.weblog.com.pt para conferir) sem manchar a sua reputaçao k ele tão bem criou no seu intimo e na sua imaginaçao... raios partam a confiança, somos sempre traidos. Por isso é k eu aki me vingo dando acesso ao seu web log... vejam pelos vossos proprios olhos a ralé k tenho k aturar. lol valter tb te adoro .!.
Pois é... Estava eu entretido a ler o blog dum amigo qd se me dá a subita vontade d'um cigarrinho, acendo o cigarro continuo a ler os delirios dele (variando desde sexo até putas... sim ele anda com dificuldades em ter relaçoes sexuais) qd vou a por a cinza no cinzeiro (desviado da fábrica onde labuto arduamente diariamente) k vejo eu??? pois é. um cigarro no cinzeiro acesso a emanar o seu doce odor atraves do ar ja algo fumarento e nebulado em redor do meu computas.
Acho k kem tinha razão era a minha médica, deixar o tabaco de vez e nao a ideia sonhadora k tinha de fumar mesnos mas n deixar de fumar, controlava-me dizia eu, dizia ela k em menos de nada passava a fumar o k fumava e daki a um ano entraria no hospital com uma crise respiratória cujo final era a Morte. ainda só vou em 1 maço e meio diario, ainda tenho mt k correr para o k fumava, talvez se me aguentar e tiver um bocado de força de vontade consiga escrever aki amiude até 2005, aproveitem enquanto podem, o tabaco mata devagar... Mas eu tenho ja um prazo afixado. TABACO RULA!!! Tantos anos a pensar em suicidio, em mortes repentinas, dolorosas, desesperadas e afinal irei morrer por causa dum prazer... melhor so se a crise respiratória for durante o meu maior orgasmo de sempre e entrar em coma ates da passagem para o outro lado. A esperança é sempre a ultima a morrer nao e isso k custumam dizer? os meus sonhos neste momento estao mais focados: deem-me um orgasmo em k a minha respiraçao ofegante me deturpe todos os sentidos, e me deixe adormeçer com um sorriso nos lábios. (candidatas podem deixar o vosso mail nos comentários)