No inconstante triunfo da multidão sobre o indivíduo, existe um ponto concreto em que as forças estão equilibradas entre si mesmo. A essa dança, os antigos feiticeiros, fecundados na alma do Universo, ofereciam cânticos aos deuses.
E todo o povo, com as cicatrizes enfeitadas de troféus, comparecia na sua pose de deus menor, bebendo lágrimas caídas de podre, no silêncio confundido de um murmúrio. Através do Sol que queima, desgasta os músculos carpidos ao vento, o tempo desvanece-se em pulsares, e nada apaga o suave luar. Todos os sonhos se perdem enfim, e um sorriso persiste em nos acompanhar. Fomos felizes…
...
talvez seja isso que nos resta.
Este texto foste tu que mo disseste pra escrever, remember? :P
Posted by: Almah Perditae at abril 30, 2006 11:08 PMpronto...e depois comentei... :)
Posted by: impressaodigital at maio 4, 2006 11:35 AMObrigado :)