No crepúsculo dos deuses, derrotas matizadas de vazios. Estender a mão, pequena e virgem, dedos esticados ao infinito, fechar o vento que nos foge, subir à mais alta montanha e de lá cair com o mais ribombante silêncio da indiferença.
Restos mortais, espalhados no pó e no vento. Um grito que se desfez na dança suaves dos pinheiros eternos…