fevereiro 11, 2008

Como Se o Desejo Fosse Ainda O Mesmo...

No crepúsculo dos deuses, derrotas matizadas de vazios. Estender a mão, pequena e virgem, dedos esticados ao infinito, fechar o vento que nos foge, subir à mais alta montanha e de lá cair com o mais ribombante silêncio da indiferença.
Restos mortais, espalhados no pó e no vento. Um grito que se desfez na dança suaves dos pinheiros eternos…

Posted by almahperditae at fevereiro 11, 2008 01:36 AM
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